sábado, 24 de outubro de 2009

Triste despertar

...Do mais longo sono acordei...
Você não estava mais aqui.
Esvaiu.
Como minha alma e o meu amor.
Nem bem murchou e esfarelou.
Soprou dentro das veias um gélido e ressequido torpor.
Fiquei e cá estou.
Eu e seu violão desafinado e desamparado.
Não troquei o porta retrato, é fato.
Só poeira agora no seu armário e no seu sapato.
Lençol sempre branco e engomado.
Nunca mais toquei da cama, o seu lado...

Um comentário:

  1. como poetas somos parecidos. amamos desmesuradamente e colocamos nas letras o que amamos para amarmos mais a vida. gostei disso, gostei de gostar
    agora falando de amigo, desses de coração, pulmão e estômago, blogueiro fanático pela vida de blogar, coloque o texto mais claro, para ser mais fácil "olhar".
    nunca te vi e sempre te amei.
    ivan, joão, john, johan, jean, na língua que você quizer, mas minha tia ana, salvadora, optou pelo russo, senão, meu pai, que tinha o estranho nome de aristeo, queria que eu fosse sizeno, estava certo que é uma cor neutra, adoro cor, mas se fosse cinzento, não permearia pelo mundo. beijo carinhoso

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